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Deixe que venha o despertar, das flores, do dia, dos seres que morreram e do que morreu dentro de mim. Deixe que eu aprenda a sangrar por mim mesma e escrever nas paredes todas as tuas mentiras, pra ver se assim eu consigo te odiar. Porque você não imagina o insulto que é ao meu ego amar-te mesmo depois de tanto jogo sujo. Deixe que eu seja o meu próprio mar e que eu aprenda a desaguar em mim tudo o que eu deixei preso enquanto você tinha na mão tudo aquilo que eu senti. Que eu quero aprender a dançar sozinha, seguir o meu próprio ritmo, pois esperar aprender o teu próximo passo é difícil. Eu não posso te acompanhar, então deixa ser, deixa estar, deixa que eu esteja na escuridão pra aprender a ser, por mim mesma.
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