Missiolet

Então, devido as muitas perguntas que tenho recebido sobre o significado desse nome decidi criar um post explicativo.

Mais ou menos quando eu tinha uns 13 ou 14 anos, estava naquela época de apelidinhos e tudo mais pra colocar no nick do orkut (sim, eu sei o quanto era tosco, mas era a modinha daquela época! rs), mas eu não sabia o que colocar no meu nick. Então pedi ajuda para a minha amiga Maay sobre sugestões de algum nome diferente que eu pudesse usar, ela, com toda sua criatividade em pauta, inventou -- depois de pensar bastante -- o tal do MISSIOLET.
Na época, esse nome possuía algum tipo de significado legal, mas a Maay esqueceu e eu também. Como eu abri uma loja, fiz um blog, entre outras coisas mais, decidi usar esse nome para representar esse meu lado artístico -- se é que eu posso dizer assim.

Bom, é isso. A foto com a Maay é pra agradecê-la pelo nome, porque eu não teria nada melhor pra inventar.
Te amo amiga.

Pra você que ainda acredita em príncipe encantado


Para as garotas que ainda não sabem disso.
http://acidezfeminina.com.br

Insônia.



Vídeo feio por mim durante a madrugada.

Histórias de verão.

Por Fred - Trindade
Entra ano e sai ano. Mudam as estações, mas a minha preferida é o verão.
Não sei porque mas o verão sempre me traz coisas boas, na verdade, histórias boas.
Tudo acontece no verão.
E eu concluí isso agora, hoje, nesse momento. As melhores coisas que me aconteceram na vida ocorreram justamente na estação do verão e se tornaram tão boas que ao tentar parar para pensar se algo de ruim aconteceu nessa época não consigo lembrar de nada que tenha sido desagradável.
E sabe sobre aquelas canções que falam sobre histórias de verão de modo bem clichê? Pois é, se encaixam perfeitamente em tudo o que eu poderia tentar explicar sobre o verão.
Sobre o céu, sobre as estrelas, sobre as paixões. É quando a pele descasca, quando a pele encontra outra pele, quando você encontra os sorrisos e prefere usar óculos de sol.
É onde você descobre, conhece, reconhece, encontra, desencontra e se encanta. Pelo menos é assim que eu vejo o verão e depois que ele acaba só me resta a nostalgia, as noites mal dormidas, os flashbacks que passam no teto enquanto estou deitada e todas as outras coisas que restaram na memória.
As histórias que contarei quando for mais velha ao estar reunida com as velhas amigas na varanda de casa
As histórias que morrerão comigo.
Histórias de verão.

Never Let Me Go

A cena mais linda.

Tommy e Kathy



O triângulo amoroso

Recomendo. Um dos melhores filmes que já assisti.
Quem quiser me presentear com o livro me faria a pessoa mais feliz do mundo rs.

O relance


Passei e foi apenas um relance de olhar. Vi o feixe de luz que os raios solares produziam. 
Esse tipo de coisa acontece com tanta naturalidade e normalidade enquanto eu, ser humano, fico tão encantada, fascinada. É só um detalhe da paisagem, mas é tão singelo, tão puro.
Tão verdadeiro que eu poderia parar o tempo ali.

A imagem é de minha autoria.

Quando se lembrar de mim - Roberta Campos

Ah, por que o tempo passa tão veloz?
por que ele não pára pra gente respirar?
Ah, por que o teu silêncio me traz a paz?
segura a minha mão, não te deixo partir
Quando se lembrar de mim
feche os olhos, olhe pro céu
quando me quiser aí
diga alto o meu nome que eu vou
Ah, não fique triste pois nada acabou
só dê um sorriso que o tempo vai voltar
Ah, espero contar de novo os dias longos
e diminuir a falta de você, de você
Quando se lembrar de mim
feche os olhos, olhe pro céu
quando me quiser aí
diga alto o meu nome que eu vou


O que não se compra


E eu que me apegava à coisas como celular, computador, roupas, cabelo...
Foi só conhecer o céu inteiro numa noite e no amanhecer que tudo mudou. O momento que nem fotografia explica.
O ar tão puro que eu podia sentir você. Ao deitar na areia e sentir a imensidão dos grãos que se prendem à pele e eu deixo de me importar se vai sujar minha roupa, se vai ficar no meu cabelo, se vai grudar em mim.
E olho pra imensidão do céu, eram tantas estrelas, um clarão, me senti tão pequena e capaz de estar lá, lá em cima no infinito, me tornar uma delas. Fechei os olhos. Você estava lá. E logo quando os abri o céu começou a clarear, me sentei e observei todo o ritual que o céu faz pra deixar o sol nascer. Todas as cores que se transformam em segundos, o mar que acompanha no vai-e-vem, a paz.
E eu que me importei tanto com o que é material.
Nada se compara ao que não se pode comprar.
Foi quando você arrumou qualquer desculpa pra encostar em mim, mas havia areia em suas mãos.
E o silêncio trouxe todas as palavras que não queríamos dizer.
Mas toda a explicação estava naquele momento.

Todas as fotos são de minha autoria.

Almost Lover


ando em crise, numa boa, nada de grave. mas, ando em crise com o tempo. que estranho “presente” é este que vivo hoje, correndo sempre por nada, como se o tempo tivesse ficado mais rápido do que a vida, como se nossos músculos, ossos e sangue estivessem correndo atrás de um tempo mais rápido. um dia conquisto muito, no outro perco tudo.
chego a me perguntar muitas vezes se vale a pena mesmo suportar todo tipo de abuso e humilhações de outras pessoas e a minha resposta é: não, depois de analisar vi que tudo são angustias e cuidados levianos isso é que temos que suportar , isso porque anseamos pela sobrevivência, mas que se pararmos para analisar no fim não faz sentido nenhum como tudo no mundo material é ilusório.
as utopias liberais do século 20 diziam que teríamos mais ócio, mais paz com a tecnologia. acontece que a tecnologia não está aí para distribuir sossego, mas para incrementar competição e produtividade, não só das empresas, mas a produtividade dos humanos, dos corpos. tudo sugere velocidade, urgência, nossa vida está sempre aquém de alguma tarefa. a tecnologia nos enfiou uma lógica produtiva de fábricas vivas, chips, pílulas para tudo.
temos de funcionar, não de viver. por que tudo tão rápido? para chegar aonde? a este mundo ridículo que nos oferecem, para morrermos na busca da ilusão narcisista de que vivemos para gozar sem parar? mas gozar como? nossa vida é uma ejaculação precoce. estamos todos gozando sem fruição, um gozo sem prazer, quantitativo. antes, tínhamos passado e futuro; agora, tudo é um “enorme presente”, na expressão de norman mailer. e este “enorme presente” é reproduzido com perfeição técnica cada vez maior, nos fazendo boiar num tempo parado, mas incessante, num futuro que “não pára de não chegar”.
antes, tínhamos os velhos filmes em preto-e-branco, fora de foco, as fotos amareladas, que nos davam a sensação de que o passado era precário e o futuro seria luminoso. nada. nunca estaremos no futuro. e, sem o sentido da passagem dos dias, da sucessibilidade de momentos, de começo e fim, ficamos também sem presente, vamos perdendo a noção de nosso desejo, que fica sem sossego, sem noite e sem dia. estamos cada vez mais em trânsito, como carros, somos celulares, somos circuitos sem pausa, e cada vez mais nossa identidade vai sendo programada. o tempo é uma invenção da produção. não há tempo para os bichos. se quisermos manhã, dia e noite, temos de ir morar no mato.

http://maarcelosouza.tumblr.com/post/2591942721